segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Governo do RN busca o fortalecimento da cadeia produtiva do leite

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Com o propósito de fortalecer e dinamizar economicamente a cadeia produtiva do leite, o Governo do RN busca junto ao Governo Federal aumentar o valor por litro de leite pago, mediante o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA Leite), equalizando o valor ao praticado pelo Programa Estadual do Leite (PLP) que hoje é R$ 1,38. O Rio Grande do Norte é o único estado da federação que possui um programa próprio do leite.

No programa federal (executado pelo Instituto de Assistência Técnica e Extensão Rural – Emater) são pagos R$ 1,23 ao produtor e R$ 0,84 ao laticínio, enquanto no PLP (executado pela Secretaria do Estado do Trabalho da Habitação e da Assistência Social – Sethas) são pagos R$ 1,38 ao produtor e 0,78 ao laticínio.

Entretanto há uma resolução (075/2016) na qual está estabelecido que nenhum estado pode pagar acima de 10% do valor majorado pelo Programa PAA Leite, hoje R$ 1,12, o Rio Grande do Norte paga atualmente R$ 1,23. O Governo do RN enviou ofício ao Ministério da Cidadania solicitando autorização para praticar um valor superior ao estabelecido em lei.

A governadora expressou aos produtores todo o esforço e compromisso da gestão para com os produtores. “Estamos desenvolvendo diversas ações com o propósito de ampliar e modernizar a cadeia produtiva do leite e laticínios, com o foco no desenvolvimento rural e na segurança alimentar”, pontuou.

Anualmente o Governo do RN investe R$ 49 milhões com recursos próprios no setor, nenhum estado da federação onde o Governo Federal atua com o Programa PAA Leite comercializa valores acima de R$1,23. “A governadora reconhece e valoriza a cadeia produtiva do leite para a economia do Estado, especialmente o papel social que os programas do leite representam”, disse César Oliveira (Emater).

Os programas visam promover a agricultura familiar, a agropecuária e a política de assistência social do Estado através do fomento à cadeia produtiva do leite bovino; aquisição de leite in natura; prestação de serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural – ATER e doação de leite pasteurizado às instituições socioassistenciais para manipulação nas refeições.

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